Poesia

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Arrependimentos, esses espinhos cravados na carne da minha alma, que latejam a cada batida do coração, um eco constante de palavras não ditas, em meu submundo.

abraços não dados, oportunidades perdidas no turbilhão da vida que insistiu em seguir, indiferente à nossa fragilidade. 

O amor que floresceu, vibrante e intenso, agora é um jardim devastado, feito por ervas velhas...

Pétalas murchas de um passado que se recusam a morrer, lembranças que voltam em ondas implacáveis.

me afogando em um mar de saudade. A negação, essa máscara fria que tento usar para esconder a dor lancinante, se desfaz a cada suspiro, revelando fragilidade.

por trás da armadura construída com o tempo. Há tristeza, um manto pesado, me envolve, me aprisiona como um vento gelado. E a cada tentativa de fuga, me puxa de volta para o abismo da perda.

—lauriennyk-12


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